8 de outubro de 2011

ABOLIÇÃO DO MAL

Quem se refere à perseguições e calunias,
rixas e desgostos, na maior parte das
circunstâncias, está destacando a influência
do mal. Quantos milhares de caminhos,
entretanto, para equilíbrio e restauração,
alegria e esperança se todos nos empenhássemos
a extinguir impressões negativas no nascedouro!
Determinado amigo terá incorrido no erro de que
o acusam, todavia se nos afastamos da censura
que o envolve, anotando-lhe unicamente as
qualidades nobres de filho de Deus, com
possibilidades de recuperação iguais às nossas,
mais depressa se verá liberto da inquietação
na sombra para adquirir a tranqüilidade de
consciência. Certo acontecimento menos feliz
haverá sido indiscutivelmente um desastre
social, no entanto, se nos abstemos de
comentá-lo nos aspectos destrutivos, teremos
cooperado para que se lhe pulverizem os
destroços morais, sem piores conseqüências.
Aquela injúria assacada contra nós efetivamente
nos haverá queimado as entranhas do Ser,
entretanto desaparecerá nas correntes profundas
do tempo, se nos consagrarmos a olvida-lo, sem
comunicar-lhe o fogo devorador aos entes
queridos, através de alegações menos edificantes.
Essa confidência amarga ter-nos-á atingido o
coração, por farpa invisível, mas não ferirão
outros, se nos dispusermos a esquece-la.
Reflitamos na contribuição da paz a que
todos somos chamados e para a qual todos
somos capazes com segurança e eficiência.
Para começar, porém, de maneira substanciosa
e definitiva, é preciso que o mal cesse de agir,
tão logo nos alcance, encontrando em cada
um de nós uma estação terminal das trevas.

***Emmanuel***

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